No fim sempre há um recomeço.

Não sei o que me deu na cabeça em terminar contigo, em terminar com a pessoa que mais me fez bem nesses últimos dias. Acho que por medo tentei fugir, antes que eu fosse magoada nessa história ou apenas por pressão de não saber aonde isso ia me levar. Isso pode até parecer uma coisa boba, mas no fundo eu sei que não é. Talvez isso foi apenas a armar que encontrei para preservar algo que eu não quero que morra, algo como a nossa “plantinha”, não quero que algo ruim aconteça a ela e como sei que muitas vezes dou uma de jardineira assassina, prefiro me afastar. Não quero cortá-la assim como fiz com as outras. Apenas quero vê-la crescer, mesmo que distante para não machucá-la, para não machucar você ou propriamente me machucar.

No fim das contas acho que sou a única que está saindo com sequelas dessa curta história e se estou assim é por minha culpa. Talvez eu tenha apenas tomado uma decisão sendo mais previsível do que eu realmente sou e seguindo o que todos já achavam que ia acontecer. O que é meio clichê vindo da pessoa que vive dizendo que não gosta de coisas “clichês”, mas que sua vida se resume em uma verdadeira história em que todos já sabem o destino da protagonista principal.

Sinceramente, não vim falar sobre isso. Só que não consigo pôr um fim nesse texto, mesmo sabendo que preciso terminar, ou melhor necessito terminar esse texto, aliás não quero que ele se torne mais um dos meus fracassos inacabáveis. Talvez eu só esteja com medo, mas não vou deixá-lo comandar meus atos. Voltando ao foco, não devia ter terminado contigo, porque no fundo isso era o que eu menos queria (claro, você pode pensar diferente).

Você como meu melhor amigo é extraordinário, mas não quero nesse momento só meu amigo, quero de volta meu namorado de mentirinha e meu ficante que ainda não sabe se é gay. Isso é muito dramático até mesmo para mim que gosto tanto de drama. Talvez esse tenha sido o pior texto que já escrevi pelo simples fato da minha total sinceridade, só que gosto disso, gosto de me surpreender comigo mesma e gosto mais ainda de escrever sobre este sentimento que sinto por você. Fique tranquilo, não é amor, nem chega a ser paixão, mas claro que está acima de um gostar, isto é apenas um “eu preciso de você”, porque no fundo é disto que todo mundo precisa e é isto que estou precisando agora: De um amor que não é amor!

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