Welcome Halloween!

Muitos já devem ter ouvindo falar sobre o Halloween, mas você já se perguntou como surgiu esse costume? Vasculhei alguns sites e decidi contar um pouquinho sobre essa data.

O Halloween é uma mistura de antigas crenças celtas e rituais católicos que foram se aperfeiçoando no decorrer do tempo. Sua origem remonta ao festival Samnhain, que era comemorado pelos Celtas no dia 1° de novembro representando um novo ano. Eles acreditavam que na véspera do ano novo os espíritos dos mortos transitavam livremente no nosso mundo. Muitos tentando se comunicar com seus familiares e outros preferiam atrapalhar a vida daqueles que nada os fizeram. Dessa forma, passaram a criar oferendas para apaziguar os mortos, enfeitando suas casas, colocando velas e comidas nas janelas. Os anos foram se passando e os Celtas começaram a comemorar esse dia com rituais (vistos pela igreja como rituais satanitas), as pessoas faziam fogueiras, usavam máscaras, ouviam músicas e interpretavam peças pelas ruas, para assim mostrar aos mortos que todos poderiam viver na paz.

Essa tradição chegou aos EUA em meados do século XIX e foi muito bem recebida pelos americanos que além de aderirem essa nova cultura passaram a modifica-la com o tempo, deixando-a cada vez melhor. As crianças e adolescentes saiam as ruas nesta data fantasiados de algo assustador e horripilante, batiam de porta em porta pedindo doces, foi aí que surgiu a famosa brincadeira “gostosuras ou travessuras?”. E assim o Halloween foi perdendo um pouco do seu caráter supersticioso e religioso, mas nunca abandonando suas raízes.

Devido a divulgação da mídia essa cultura internacional chegou ao Brasil, porém ainda não conseguiram adaptar esses costumes aqui. Por ser muito recente, poucos brasileiros concordam com a ideia de comemoramos essa data e poucos a comemoram. Sofrendo fortes críticas dos setores religiosos, principalmente das religiões cristãs. Que argumentam que esta festa de origem pagã poderá influência as crianças a desrespeitarem seus princípios e valores cristãos. O triste é saber que dificilmente o povo daqui vai apreciar essa cultura tão legal, mas ainda tenho esperanças de um dia ver as pessoas fazendo parte dessa data fantasmagórica e aderindo cada vez mais aqui essa tradição.

Happy Halloween!! ❤

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Tatuagens que eu faria!

Já faz meses que quero fazer um post sobre esse assunto, mas ultimamente ando tão ocupada que só encontrei um tempinho hoje. Sempre tive vontade de fazer uma tatuagem, seja ela falsa ou verdadeira, mas me falta coragem e claro, também preciso ter à permissão dos meus pais. Minha mãe não tem nada contra, agora meu pai não gosta nem um pouco e dificilmente deixaria eu fazer! Então, pensando nisso resolvi separar aqui algumas fotos de tattoo que eu me encantei. Uma mais fofinha que a outra, espero um dia entrar em acordo com meu pai e fazer uma delas, quem sabe.

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Vocês fariam alguma dessas?

Um infinito de amor, Jennifer e Angelo <3

Hoje olhando alguns sites me deparei com uma história no Mistura Urbana que me comoveu bastante, então, resolvi vir aqui e compartilhar com vocês.

Angelo Merendino contou em seu site My wifes fight with breast cancer, que na primeira vez que viu Jennifer, ele soube que ela era o amor da sua vida. Seis meses depois ele a pediu em casamento e menos de um ano depois já estavam casados. Cinco meses depois, Jennifer foi diagnosticada com câncer de mama. Ele conta que lembra do exato momento, da voz de Jennifer e da sensação de dormência que o atingiram quando ficou sabendo e de como esta sensação nunca foi embora. Ele também nunca se esqueceu de como se olharam e se deram as mãos e disseram um para o outro que estavam juntos e que ficariam bem.Com cada desafio, eles ficaram mais próximos e palavras perderam a importância. Foram 4 anos de batalha, de dores, de olhares, de apoio, de amigos especiais, de internações, tratamentos em que Jen ensinou Angelo a amar, escutar, dar e acreditar em si mesmo e nos outros. Apesar da situação ele conta que ele nunca foi tão feliz, quanto nestes anos. As pessoas presumem que os tratamentos deixam você melhor, que tudo fica bem e que sua vida volta ao normal. Entretanto, não existe normalidade na terra do câncer. As fotos de Angelo procuram retratar o dia-a-dia dele e sua esposa, na esperança de humanizar o rosto do câncer e o rosto de sua Jen.Elas representam os desafios, as dificuldades, medo, tristeza e solidão que enfrentaram, que Jennifer enfrentou enquanto lutava contra a doença. Mas o mais importante de tudo, elas representam o amor de Angelo e Jennifer.

Angelo diz que estas fotos não definem quem são, mas que são quem eles são.

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Achei esse texto incrível no Mistura Urbana.