Hoje percebi que estou apaixonada por você…

‘Hoje percebi que estou apaixonada por você’ e para eu perceber isso não precisou acontecer nada de novo. Foi apenas um dia normal como outro qualquer. Na manhã quando você me ligou tentando me acordar e eu já estava acordada, estava pensando em você e querendo ouvir sua voz me dizendo “bom dia, pequena”. Ah, e não posso esconder que ultimamente ando dormindo com a blusa que você me deu, ela me passa segurança, acredite. E isso para mim é algo normal, que antes poderia ser visto como algo muito perigoso, pois no começo não queria me apaixonar por você, mas como evitar algo inevitável? Eu não sei e creio que você também não saiba.

Mas continuando.. Você me ligou e eu fiquei tão feliz ao ouvir sua voz, que me assustei comigo mesma. Queria te dizer isso. Queria te falar que estava com saudades. Queria poder demonstrar meus sentimentos, mas fiquei com receio. Uma voz ecoava pela minha mente, repetindo sempre as mesmas frases: “não diga que está apaixonada”, “você vai acabar se magoando”, “ele não sente o mesmo por você” e assim tudo que me restava era tentar esconder esse sentimento, por medo como você mesmo diz. Mas o dia continuou e mesmo não tendo você aqui perto de mim, na minha mente você permanecia sendo o assunto principal. Se eu assistia algo, lembrava de você. Se eu ouvia uma música tocar no rádio, lembrava de você. Se eu olhar-se pro céu, lembrava de você. Se meu telefone tocar-se, meu coração já disparava pensando que era você me ligando. Se eu começasse a desenhar algo, logo desenharia um coração com perninhas e bracinhos e assim lembraria de você, da gente. No começo eu tentei não senti isso, lutar contra esse sentimento, mas poxa, eu gosto de senti isso, eu gosto de VOCÊ!

É patético eu tentar mudar isso e o bom foi que percebi muito rápido e assim pude me deixar levar por esse sentimento, que no fim das contas é maravilhoso.. Mas voltando a história, à noite quando fui para a sua casa assistir um filme, mesmo tendo vergonha da sua mãe, fiquei contente em te ver, em poder ficar abraçadinha com você, poder matar a saudade enorme que eu estava sentindo. E foi diante disso que descobri que estou apaixonada por você, porque se isso não for paixão acho que vou ao hospital me consultar, pois é arriscado ser uma doença. Mas prefiro imaginar que eu esteja apaixonada. E sinceramente? Eu sei que estou!

No fim sempre há um recomeço.

Não sei o que me deu na cabeça em terminar contigo, em terminar com a pessoa que mais me fez bem nesses últimos dias. Acho que por medo tentei fugir, antes que eu fosse magoada nessa história ou apenas por pressão de não saber aonde isso ia me levar. Isso pode até parecer uma coisa boba, mas no fundo eu sei que não é. Talvez isso foi apenas a armar que encontrei para preservar algo que eu não quero que morra, algo como a nossa “plantinha”, não quero que algo ruim aconteça a ela e como sei que muitas vezes dou uma de jardineira assassina, prefiro me afastar. Não quero cortá-la assim como fiz com as outras. Apenas quero vê-la crescer, mesmo que distante para não machucá-la, para não machucar você ou propriamente me machucar.

No fim das contas acho que sou a única que está saindo com sequelas dessa curta história e se estou assim é por minha culpa. Talvez eu tenha apenas tomado uma decisão sendo mais previsível do que eu realmente sou e seguindo o que todos já achavam que ia acontecer. O que é meio clichê vindo da pessoa que vive dizendo que não gosta de coisas “clichês”, mas que sua vida se resume em uma verdadeira história em que todos já sabem o destino da protagonista principal.

Sinceramente, não vim falar sobre isso. Só que não consigo pôr um fim nesse texto, mesmo sabendo que preciso terminar, ou melhor necessito terminar esse texto, aliás não quero que ele se torne mais um dos meus fracassos inacabáveis. Talvez eu só esteja com medo, mas não vou deixá-lo comandar meus atos. Voltando ao foco, não devia ter terminado contigo, porque no fundo isso era o que eu menos queria (claro, você pode pensar diferente).

Você como meu melhor amigo é extraordinário, mas não quero nesse momento só meu amigo, quero de volta meu namorado de mentirinha e meu ficante que ainda não sabe se é gay. Isso é muito dramático até mesmo para mim que gosto tanto de drama. Talvez esse tenha sido o pior texto que já escrevi pelo simples fato da minha total sinceridade, só que gosto disso, gosto de me surpreender comigo mesma e gosto mais ainda de escrever sobre este sentimento que sinto por você. Fique tranquilo, não é amor, nem chega a ser paixão, mas claro que está acima de um gostar, isto é apenas um “eu preciso de você”, porque no fundo é disto que todo mundo precisa e é isto que estou precisando agora: De um amor que não é amor!

Um infinito de amor, Jennifer e Angelo <3

Hoje olhando alguns sites me deparei com uma história no Mistura Urbana que me comoveu bastante, então, resolvi vir aqui e compartilhar com vocês.

Angelo Merendino contou em seu site My wifes fight with breast cancer, que na primeira vez que viu Jennifer, ele soube que ela era o amor da sua vida. Seis meses depois ele a pediu em casamento e menos de um ano depois já estavam casados. Cinco meses depois, Jennifer foi diagnosticada com câncer de mama. Ele conta que lembra do exato momento, da voz de Jennifer e da sensação de dormência que o atingiram quando ficou sabendo e de como esta sensação nunca foi embora. Ele também nunca se esqueceu de como se olharam e se deram as mãos e disseram um para o outro que estavam juntos e que ficariam bem.Com cada desafio, eles ficaram mais próximos e palavras perderam a importância. Foram 4 anos de batalha, de dores, de olhares, de apoio, de amigos especiais, de internações, tratamentos em que Jen ensinou Angelo a amar, escutar, dar e acreditar em si mesmo e nos outros. Apesar da situação ele conta que ele nunca foi tão feliz, quanto nestes anos. As pessoas presumem que os tratamentos deixam você melhor, que tudo fica bem e que sua vida volta ao normal. Entretanto, não existe normalidade na terra do câncer. As fotos de Angelo procuram retratar o dia-a-dia dele e sua esposa, na esperança de humanizar o rosto do câncer e o rosto de sua Jen.Elas representam os desafios, as dificuldades, medo, tristeza e solidão que enfrentaram, que Jennifer enfrentou enquanto lutava contra a doença. Mas o mais importante de tudo, elas representam o amor de Angelo e Jennifer.

Angelo diz que estas fotos não definem quem são, mas que são quem eles são.

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Achei esse texto incrível no Mistura Urbana.

Eu tenho medo!

large“Eu tenho medo do tempo. Eu tenho medo do destino. Eu tenho medo das minhas escolhas, para onde elas vão me levar no fim das contas. Eu tenho medo de perder as pessoas que eu amo, sem antes dizer que as amo. Eu tenho medo da tristeza, mas possuo mais medo ainda da felicidade. Eu tenho medo de não consegui ser feliz. Eu tenho medo da morte. Eu tenho medo da vida. Eu tenho medo do “eu não te amo”. Eu tenho medo de perder meus amigos. Eu tenho medo do futuro, mesmo sabendo que a cada segundo que passa vivo ele. Eu tenho medo do amanhã, mas prefiro viver ele do que o hoje. Eu tenho medo das consequências dos meus atos. Eu tenho medo de agir por impulso e não consegui voltar atrás a tempo de consertar o que fiz. Eu tenho medo do escuro, mas me sinto tão bem nele. Eu tenho medo de perguntas, mas adoro fazê-las. Eu tenho medo de sensações diferentes, mas sinto que o diferente é tão intensão que vivo querendo vivê-lo. Eu tenho medo de segundos/minutos, eles são capazes de mudar nossas vidas. Eu tenho medo de caminhos. Eu tenho medo dos meus professores. Eu tenho medo de me apaixonar. Eu tenho medo de não consegui atravessar o rio da vida. Eu tenho medo da solidão. Eu tenho medo do amor. Eu tenho medo de está fazendo tudo errado. Eu tenho medo de mim, de quem eu sou, de quem eu irei me tornar. Eu tenho medo de mudanças, mas com o tempo sei que irei me acostumar com elas. Eu tenho medo de não ter tempo de conhecer os lugares onde quero ir. Eu tenho medo de viagens, mas sempre fico feliz quando vou participar de uma. Eu tenho medo de me perder e nunca ser encontrada. Eu tenho medo de não passar no vestibular. Eu tenho medo de bonecas, algo me diz que elas não são confiáveis. Eu tenho medo de agulhas, acho que esse é um medo que nunca conseguirei superar. Eu tenho medo da tempestade, embora eu ame dançar nela. Eu tenho medo de ser abandonada. Eu tenho medo de ser eu mesma. Eu tenho medo de filmes de terror, no entanto eles fazem parte do meu mundo. Eu tenho medo dos meus textos, mas amo escreve-los. Eu tenho medo de sorrisos e olhares, porém sou apaixonada por eles. Eu tenho medo de não consegui escrever um livro. Eu tenho medo daquela frase, “felizes para sempre”, mas mesmo assim não consigo parar de coloca-la nas histórias que escrevo. Eu tenho medo de esperar tanto pelo cara perfeito, meu cara perfeito e ele acabar nunca aparecendo. Eu tenho medo de não consegui realizar meus sonhos. Eu tenho medo do “primeiro” beijo. Eu tenho medo do desconhecido. Eu tenho medo da minha coragem. Eu tenho medo das minhas atitudes. Eu tenho medo das coisas que eu gosto. Eu tenho medo do meu medo. Eu tenho medo até das coisas que não tenho medo. Eu tenho medo de tudo e esse tudo às vezes se transforma em nada.”

Enfim, te esqueci!

Hoje pela primeira vez em 3 anos não te reconheci, e quando minha amiga me disse que era você a felicidade brilhou em meus olhos, mas não por você está ali, e sim porque percebi que meu coração estava normal, nem sequer acelerou, aquelas borboletas no estômago e aquele nervosismo incontrolável haviam sumido. Não senti nada. Você era como um estranho para mim.

Há muito tempo não havia sentido isso, essa sensação de liberdade. Passei tanto tempo presa no passado tentando te reconquistar, achando que o destino nos colocaria juntos de novo, que acabei esquecendo de viver o presente, o meu presente.

Só que agora aquela corda que me prendia a você partiu, ou, o destino decidiu que já estava na hora de cortá-la, enfim, ela não existe mais. Depois de passar um bom tempo dizendo para mim mesma e para todos que estavam ao meu redor que eu havia te esquecido, mesmo isso sendo uma mentira, hoje posso gritar para o mundo “CONSEGUI, EU CONSEGUI, EU TE ESQUECI”.

E foi ai que descobri que nem tudo é pra sempre

Ainda lembro como se fosse hoje, aquele momento não tem como esquecer. É como si isso fosse impossível. A lua iluminava sua face, deixando-a transbordar sua beleza diante dos meus olhos. Ela estava ali tão próxima a mim, porém eu não conseguia toca-la, era como se minhas mãos tivessem controle próprio. Meu coração iria sair pela boca. Eu estava tão nervoso, que era como se as palavras fugissem de mim. Aquela noite estava perfeita. E eu ali parado como um completo idiota. Ela sorria, mas ao mesmo tempo percebi que sua expressão mudava rapidamente, como se algo a tivesse incomodando. Foi ai que ela dirigiu-se a mim.

— Estou partindo!
Falou numa voz baixa que quase não cheguei a ouvir, fiquei sem reação. Muitas coisas se passavam pela minha cabeça naquele exato momento, a única pessoa que eu sempre amei estava indo embora, e não poderia fazer nada para impedir que isso acontecesse. Antes que pensasse em falar algo, ela continuou.

— Não sabia ao certo como lhe contar isso, e nem sei como lhe explicar.
Ela estava me machucando, tentei até mesmo procura seu sorriso, porem tudo que restava era lagrimas… Estava chorando como uma criança querendo um brinquedo ao qual não poderia ter. No entanto eu teria que falar algo, mesmo ainda não tendo encontrado as palavras certas. Falei.

— Eu te amo, sabia?
Sussurrei. E ela realmente ouviu, percebi pela sua expressão. Estava perplexa, paralisada. No entanto continuei…
— Não sei como, ou quando começou, simplesmente aconteceu.
Um olhar profundo, pálido, aquele silencio já não estava suportando. Sua cabeça estava baixa e mostrava está confusa. Eu já estava para enlouquecer, tudo tão calmo, e em minha mente se passavam milhares de coisas. Só precisava de um gesto. Foi então que vi o amor de minha vida ir embora, tentei impedi-la, mas ela se foi. Apenas se foi. Fiquei pasmo, imóvel, triste, decepcionado. Estava só, senti meu coração se quebrar como um vidro. Doía, doía muito. Sai sem rumo, sem direção. Aquelas poucas palavras se repetiam em minha mente, como um pesadelo ao qual não conseguia acordar, “Estou partindo, estou partindo…”. Eu precisava dela ao meu lado. Do seu sorriso. Olhar. Voz. Tudo. Sabe quando você se dá conta que encontrou a pessoa perfeita? É assim que eu estou. O único problema é que eu me dei conta tarde demais.